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2 de abr. de 2010

sepultarei

Sepultarei este sentimento sem lápide ,




sem flor, no mais profundo esquecimento




sepultando junto toda minha dor.




Sepultarei minhas lembranças e toda




saudade que sinto de ti...




no mais profundo esquecimento,




no lamento de cada dia que perdi.




Sepultarei este sentimento e junto dele




minha esperança , minha ilusão




sangrando a alma...




feito lança fincando o coração.




Enterro-te , meu sentimento, no poço




fundo que me lançastes, permaneça




lá no fundo de onde saíste e nunca mais




me vem afligir.




Sepultando-te eu sobrevivo sem




lamúrias... sem sofrimentos, encontrando




minha luz, afugentando meu tormento.




Sepulto este amor no mais profundo




esquecimento, sem ressentimento.




Sem lápide , sem flor.



Leni Martins

marcas de uma sagrima

Foi em um simples papel que

comecei a colocar os

desabafos de meu coração...

Palavras que respondiam os

meus sentimentos, que

denunciam minhas vontades.




Uma lágrima sem razão rolou

dos meus olhos e caiu sobre a

palavra amor...




Ai percebi que:




Os meus olhos choram por

amor.




Lágrimas que nascem lá do

coração, que a alma aprova,

pois as lágrimas nos

fortalecem.




"Uma pessoa que não chora,

tem mil motivos para chorar..."




Segurar as lágrimas é o

mesmo que pedir para parar

o tempo.




O amor nos faz chorar,

porque é o sentimento mais

forte que existe na lei da

vida.




Minha poesia ficou com uma

marca, a marca de um amor

expressado em uma




Marca de Uma Lágrima.

noite

Chega à noite em minha mente

E junto com ela as lembranças

Mas de algo que não aconteceu

Lembranças de um ser frágil

Porém capaz de me causar dor

Uma dor que me mata aos poucos

Dor capaz de me tirar lágrimas

Lágrimas essas que o outro ser

não derrama

Lágrimas que caem em vão

Que prometo não mais derramar

Uma promessa que não cumpri

Pois já se foi mais uma noite

Noite essa que insiste em trazer dor

Que por sua vez ainda insiste

em me matar

Mas o que é a morte se não

um troféu...

Para aqueles que tiveram a

coragem de viver

E hoje preso em minha fortaleza

de lágrimas...

Minha Outra Vida

Vejo almas morrendo naquele momento,

Ouço gritos de dor e sofrimentos,

Lamento-me, lamento,

Pelas almas que estão sofrendo no momento.



Em minha fria face congelada pelo tempo eu já...

Não agüento... Não agüento...

Tanto sofrimento.



Almas a gritar eu a chorar, a implorar por um pouco de paz,

Paz que eu já tive, e será que terei novamente?

Errei o caminho agora irei de pagar.



Desejo um pouco de luz, pois,

Minha alma já não ver, e meu corpo já não sente a tua presença,

Agora nada me resta fora, mas dentro existe um pouco de...

Esperança, coagulada no canto da minha outra vida

FELICIDADE MORBIDA

O que seria da vida
Sem a luz da tua alma a me lumiar
Como seriam os meus dias
Sem o ardor do teu altar
Pra que caminhar pelas trevas
A procura do lenitivo
Se hoje podemos encontrá-lo
No declínio do teu abismo
É mórbida flor, porém
Delicada e deslumbrante
Que sacia tão voraz vazio
Do meu semblante
É fruto negro e proibido
É lança no peito ferido
São ondas que tocam as nuvens
E inundam o pequeno infinito
Um castelo de espelhos
Na areia do meu tempo
O sangue quente derramado
Das veias do desespero
É nobre escuridão
Que devora as estrelas
É o frio do coração que
Congela minha tristeza
Vivo pela morte
Numa sede vampirística
Do livro sou as páginas
Macabras e místicas
Reflito no teu ego
A imagem mais nítida
Do alquimista a procura
Da amarga utopia
Sinto calor em teus lábios
Escuros no beijo
E vejo a lua através
Dos teus olhos negros
Sigo pregado em tua cruz
Ferido pelos espinhos do teu ódio
Envelheço mil anos
Por segundo ser tão lógico
São as asas que ardem em chamas
E me levam ao vale da solidão
Onde encontro meu abrigo
Em tal sentido sem razão
Pois tu és canção lírica
Que reluz minha alma agora
Teu sentimento obscuro
É minha felicidade mórbida

NÃO ESPERE A MÁGOA PARA PEDIR PERDÃO.......

Teus olhos
É possível saber o que pensas, somente te olhando
É possível ver que me desejas
É possível ver me queres só para ti
É possível que eu veja como você me protege
Vigia-me
Persegue-me
Somente com teu olhar...
E quando encontra o meu então...
Ninguém pode segurar
Ninguém irá afastar
Ninguém irá me tirar
Esse sentimento que cultivei
E todas as noites que não te beijei
Nem te abracei.
Serás para sempre
Guardado na minha lembrança.
Vou passar o resto dos meus dias
Olhando você sorrir...
Coisa que eu já faço
Pois o amor me permite tê-lo
Permite-me vê-lo
E senti-lo a metros de distância
Pois em qualquer circunstância
Seu olhar está lá
Sempre a me procurar...
E

A Doçura de um Anjo

Perdida entre as asas de um anjo.
Não consigo distinguir o que é real.
Perdida na doçura de um encanto.
Arrepio-me ao sentir um estranho sopro em meu pescoço.
Mas me surpreendo na curiosidade que mostra o meu corpo.
Presa na tortura de uma razão.
Vencida pelos meus desejos.
Estou presa entre doçura e lágrimas.
Estou presa entre amor e ódio.
Presos entre sorrisos e lágrimas.
Amarrados por nossos corações.
Que vá embora a saudade que me domina.
Que vá embora encontrar seu destino
E venha mais uma vez iluminar o meu caminho.
Mostre-me a paz que eu vejo em meus sonhos.
Perdida nas carícias de um anjo.
Surpreendo-me no desejo que mostra o meu corpo
Quando sinto o teu sopro no meu pescoço.
Surpreendo-me ao me entregar às carícias de uma loucura.
Sinto em meu corpo a tortura do meu subconsciente.
Amarrada aos braços de um anjo.
Entrego-me a uma loucura.
E que se vá as razões que ficam a me dominar.
Estou presa na doçura de um anjo.

Lágrimas depressivas

É assim todo o dia
O sol clareia brando
A lua suaviza meu pranto
Medito sobre minha vida vazia

Lágrimas de suplício
Lágrimas geladas...
Lágrimas desperdiçadas...
Tentando aliviar meu martírio

E eu odeio tudo isso
Odeio sentir essa tortura
Ser seguida por essa amargura
Até já tentei suicídio

Minha lamúria
Meu terror que queima minha alma
Minha mortificação que não me deixa ter calma
Minha eterna fúria

Lágrimas...
Lágrimas de dor
Lágrimas sem amor
Mágoas...

Tentei me afogar
Nessa lamentação inútil
Nesse lamento fútil
Na bruma que disfarça o mar

Mas isso não me protegeu
Só me trouxe mais aflição
Só trouxe minha crucificação
Mas isso não me abateu

Pois, assim como eu
Nesse mundo profano
Sufocado nesse desejo insano
Muita gente morreu...

Nessa imortal depressão

poeta

Poeta
Porque você é tão estranho, solitário?
Mente aguçada nas palavras
Parece criar mundos perfeitos
em suas belas palavras

Vejo sentimentos imortalizados
nos corações das palavras
suas palavras e sentimentos batem
no meu coração magoado

Cria mundos sem saber,
pessoas ficam paralisadas com o que lê
elas lê o que precisam
saber o que não sabe para viver

Mundos distantes, um coração gigante
Seus sentimentos são extremos
E sua alma, inconstante.
Será que o pequeno poeta é feliz?

Vejo tristeza nos seus olhos,
doces gotas caem levemente
no seu rosto macio,
no seu rosto doente.

Será que o pequeno poeta é feliz?
Palavras são a sua maior compania
Elas são as únicas que o entende.
O seu mundo estranho, e inconstante

Será que o pequeno poeta é feliz?
Fácilmente dominado,
seus sonhos o atormentam,
seu coração quase sempre magoado.

Você é fraco, poeta
Suas palavras parecem sonhar
Mas é facilmente dominado,
por um simples olhar.

Você é fraco, poeta
Você não tem sorriso próprio
Tem muito medo de viver
Não tem nem amor próprio.

Você é muito fraco poeta,
não consegue viver nesse mundo
nesse mundo real, realidade
só quer viver no seu mundo de sonhos.

Você é sonhador, poeta
Sonha para amar, sonha na esperança
de encontrar um coração a amar,
na esperança de realizar todos aqueles sonhos,
que um dia veio a idealizar

Poeta, você pode ser fraco
mas tem honra no que tem a dizer
Nunca será um domador,
será sempre um sonhador
E para sempre, criará mundos paralelos,
de dor, e pricipalmente de amor
...
Será que você é feliz...
poeta?